No meio do rio, entre Buda e Peste, estamos realmente em
Budapeste. Na arquitectura férrea desta ponte, abanando com o trânsito e com o
vento frio da tarde, maravilho-me com esta cidade.
quinta-feira, 23 de abril de 2015
terça-feira, 21 de abril de 2015
MERCADO
No
coração da cidade, num edifício bonito, em corredores bem organizados, o
mercado abre-se à multitude das cores e das gentes.
Amplo: convidativo no seu traçado, telhado e bancas. Espantou-me,
sobretudo, a organização do talho, onde peitos de frango se alinham bem
comportados. Não há confusão, qualquer diálogo entre as peças de carne, sob os
olhares auspiciosos das bancas de temperos.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
domingo, 19 de abril de 2015
PARAÍSO
O
paraíso existe.
Num
bosque de faias atapetado de flores lilases. A luz coada nas hastes longas e
nuas das árvores, demora-se no verde das escassas folhas com que se vestem,
para finamente se desvanecer no odor dos jasmins.
De tal forma idílico que fico à espera de ver surgir
personagens de contos de fadas.
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