Folhas soltas
sábado, 16 de agosto de 2014
As mãos - IV
A tua mão ainda era mão. Ainda que esquálida. E depois houve todo um tempo em que, inerte, se abandonou na brancura do lençol. Esperava por ti, para a partida.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Mensagem mais recente
Mensagem antiga
Página inicial
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário