Ouvi
há dias a notícia de que há indivíduos condenados no caso BPN que estão a gerir
fundos ao serviço do Estado.
É uma
ideia engraçada, ainda que não inovadora, já que no filme “Agarra-me se puderes”,
com o famoso Di Caprio, o herói, exímio vigarista e falsificador, acaba
precisamente na unidade de crimes financeiros do FBI, a detectar cheques falsos.
Penso
que neste caso do BPN a ideia deve ser a mesma. Colocar especialistas em desvio
de fundos a gerir de forma mais segura outros fundos.
Trata-se
de uma terapia de choque, que certamente levará à cura efectiva destes
indivíduos. Ou seja aproveita-se o que eles têm de melhor, os seus dotes de
especialistas, acrescido do benefício social da sua recuperação plena.
O
mesmo que colocar antigos alcoólicos na função de provadores de vinhos.

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